sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
sábado, 10 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Matriz para o 2º Teste de avaliação - Turmas A, C e D
Compreender a
evolução demográfica mundial
·
Problematizar as consequências da desigual
evolução demográfica em países com diferentes graus de desenvolvimento.
·
Explicar o impacte dos diferentes regimes
demográficos no desenvolvimento sustentável mundial.
Representar a
estrutura etária da população e compreender a adoção de diferentes políticas
demográficas
·
Caraterizar a estrutura etária da população, a
partir da observação de pirâmides etárias de diferentes países.
·
Identificar fatores que interferem na evolução
da composição da população por grupos etários e sexo.
·
Discutir as consequências da evolução da
composição da população por grupos etários e sexo, assim como a necessidade de
um ajustamento permanente entre os comportamentos demográficos e os recursos
disponíveis.
Compreender a diversidade demográfica em
Portugal, através da análise de pirâmides etárias
·
Comparar, com recurso a pirâmides etárias, a
evolução da estrutura etária da população em Portugal, nas últimas décadas.
·
Comparar as realidades demográficas regionais em
Portugal.
Compreender a implementação de políticas
demográficas tendo em consideração a realidade demográfica de um país
·
Distinguir políticas antinatalistas de políticas
natalistas, enumerando medidas que promovam o aumento e a diminuição da
natalidade.
·
Referir exemplos de países onde são implementadas
políticas natalistas e políticas antinatalistas.
·
Discutir as políticas demográficas implementadas
e a implementar em Portugal em função da sua realidade demográfica.
Distribuição da população mundial
Compreender a distribuição da população
mundial
·
Distinguir população total de população relativa/densidade
populacional.
·
Descrever a distribuição da população mundial, a
partir de mapas, através da localização dos principais vazios humanos e das
grandes concentrações populacionais.
·
Explicar os fatores naturais e humanos que
influenciam a repartição mundial da população.
Compreender a distribuição da população em
Portugal
·
Interpretar a distribuição da população em
Portugal a partir da leitura de mapas, destacando a litoralização e a bipolarização
da sua distribuição.
·
Explicar os principais fatores que influenciam a
distribuição da população em Portugal.
domingo, 27 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
Matriz para o 2º teste de avaliação - turma B
Tema: Evolução da população mundial
Conhecer e compreender diferentes indicadores demográficos
· Definir: demografia, natalidade, mortalidade, crescimento natural, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, taxa de mortalidade infantil, taxa de crescimento natural, índice sintético de fecundidade, índice de renovação das gerações, índice de envelhecimento, esperança média de vida à nascença, migração, saldo migratório, crescimento real ou efetivo.
Compreender a evolução demográfica mundial
· Descrever a evolução da população a nível mundial, a partir da leitura de gráficos.
· Distinguir regime demográfico primitivo de transição demográfica, explosão demográfica e regime demográfico moderno.
· Comparar a evolução da população em países com diferentes graus de desenvolvimento.
· Explicar a evolução das taxas de natalidade e mortalidade, e de outros indicadores demográficos, em países com diferentes graus de desenvolvimento.
Representar a
estrutura etária da população e compreender a adoção de diferentes políticas
demográficas
·
Identificar fatores que interferem na evolução
da composição da população por grupos etários e sexo.
·
Discutir as consequências da evolução da composição
da população por grupos etários e sexo, assim como a necessidade de um
ajustamento permanente entre os comportamentos demográficos e os recursos
disponíveis.
Compreender a
diversidade demográfica em Portugal, através da análise de pirâmides etárias
·
Comparar, com recurso a pirâmides etárias, a
evolução da estrutura etária da população em Portugal, nas últimas décadas.
·
Comparar as realidades demográficas regionais em
Portugal.
Compreender a
implementação de políticas demográficas tendo em consideração a realidade
demográfica de um país
·
Distinguir políticas antinatalistas de políticas
natalistas, enumerando medidas que promovam o aumento e a diminuição da
natalidade.
·
Referir exemplos de países onde são
implementadas políticas natalistas e políticas antinatalistas.
·
Discutir as políticas demográficas implementadas
e a implementar em Portugal em função da sua realidade demográfica.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Correção dos testes
Turmas A, C
e D
Grupo I
Versão A : B . A .C . C . C . C .
C . B . A . D . D. D . A . C . A
Versão B: C . B . A . A . C . D . C . A . B . C . D .
C . C . B . D
Grupo II
1 . (Turmas A e D)
·
mortalidade / população absoluta X 1000
·
natalidade / população absoluta X 1000
·
taxa de natalidade – taxa de mortalidade
(turma C)
Enquanto que o crescimento natural apenas considera a natalidade e a mortalidade (o saldo fisiológico), o crescimento efetivo, além do saldo fisiológico, considera também o saldo migratório, isto é a diferença entre os que entram no país (imigração) e os que saem (emigração).
(turma C)
Enquanto que o crescimento natural apenas considera a natalidade e a mortalidade (o saldo fisiológico), o crescimento efetivo, além do saldo fisiológico, considera também o saldo migratório, isto é a diferença entre os que entram no país (imigração) e os que saem (emigração).
2.
Versão A
·
taxa de natalidade: 27 ‰
·
taxa de mortalidade: 5,5 ‰
·
taxa de crescimento natural: 21,5 ‰
Versão B
·
taxa de natalidade: 31,2 ‰
·
taxa de mortalidade: 5,2 ‰
·
taxa de crescimento natural: 26 ‰
3.
Versão A: que morrem, em média, 5,5 pessoas por mil
habitantes e/ou que é uma taxa de mortalidade baixa, representativa de um país
desenvolvido.
Versão B: que nascem, em
média, 31,2 crianças por mil habitantes e/ou que corresponde a uma taxa de
natalidade elevada, representativa de um país em desenvolvimento.
4.1.
1ª fase – até 1750 – Regime Demográfico
primitivo
2ª fase – de 1750 até meados do
século XX – Revolução Demográfica
3ª fase – de meados do século XX
até à atualidade – Explosão Demográfica.
4.2.
Versão A: Quadro I – 2ª
fase; quadro II – 1ª fase; quadro III – 3ª fase
Versão B: Quadro I – 3ª
fase; quadro II – 1ª fase; quadro III – 2ª fase
5.1.
Versão A: a) diminuição da
natalidade devido, entre outros fatores, à mudança do papel da mulher na
sociedade, ao acesso a métodos contracetivos (…)
b) a descida
da mortalidade deveu-se às ajudas internacionais no campo da saúde dos países
desenvolvidos aos PED.
Versão B: a) a descida da mortalidade ficou a dever-se
aos progressos na área da saúde, à melhoria da alimentação, das condições de higiene
e do nível de vida em geral
b) a natalidade elevada neste grupo de países
deve-se à dificuldade de acesso à contraceção, ao facto de serem sociedades onde
o número elevado de filhos ainda é um aliado na velhice, uma vez que não existe
estado social.
5.2.
A: PD B: PED
5.3.
Versão A : Regime
Demográfico Primitivo, Revolução Demográfica e Regime Demográfico Moderno.
Versão B : Regime
Demográfico primitivo e Explosão Demográfica.
5.4.
V . F . F . V . V
5.5.
Versão A: PD . PED . PD . PD . PED . PED .
Versão B: PED . PD . PD . PED . PD . PED .
domingo, 6 de novembro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
INE: Envelhecimento da população, em Portugal e no contexto da União Europeia (UE 28)
Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto Nacional de Estatística elegeu a análise de alguns indicadores demográficos relativos ao envelhecimento da população, em Portugal e no contexto da União Europeia (UE 28).
O envelhecimento demográfico traduz alterações na distribuição etária de uma população expressando uma maior proporção de população em idades mais avançadas. Esta dinâmica é consequência dos processos de declínio da natalidade e de aumento da longevidade e é entendida internacionalmente como uma das mais importantes tendências demográficas do século XXI.
As alterações na composição etária da população residente em Portugal e para o conjunto da UE 28 são reveladoras do envelhecimento demográfico da última década. Neste contexto, Portugal apresenta no conjunto dos 28 Estados Membros:
• o 5º valor mais elevado do índice de envelhecimento;
• o 3º valor mais baixo do índice de renovação da população em idade ativa;
• o 3º maior aumento da idade mediana entre 2003 e 2013.
Documentário: "Nascido para Viver"
"Nascido para Viver" é um documentário feito com base num estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (a mesma da Pordata) sobre mortalidade infantil.
Na década de 60 morriam 77 crianças em cada mil que nasciam: taxa de Mortalidade Infantil de 77 ‰;
Em 2010 a mesma taxa registou valores de 3 ‰ !
Este documentário mostra o que foi feito para reduzir tão elevado valor.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Objectivos para o 1º teste
Tema: Evolução da população
mundial
1. Conhecer e
compreender diferentes indicadores demográficos
·
Explicar a importância dos recenseamentos gerais
da população para a Geografia e o ordenamento do território.
·
Definir: demografia, natalidade, mortalidade,
crescimento natural, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, taxa de
mortalidade infantil, taxa de crescimento natural, índice sintético de
fecundidade, índice de renovação das gerações, índice de envelhecimento,
esperança média de vida à nascença, migração, saldo migratório, crescimento
real ou efetivo.
2. Aplicar o
conhecimento de conceitos para determinar indicadores demográficos
·
Calcular: crescimento natural, crescimento real
ou efetivo, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, taxa de crescimento
natural, taxa de mortalidade infantil, saldo migratório, índice de
envelhecimento.
·
Explicar o significado dos resultados obtidos
através do cálculo de indicadores demográficos, refletindo sobre as respetivas
implicações do ponto de vista demográfico.
3. Compreender a
evolução demográfica mundial
·
Descrever a evolução da população a nível
mundial, a partir da leitura de gráficos.
·
Distinguir regime demográfico primitivo de
transição demográfica, explosão demográfica e regime demográfico moderno.
·
Comparar a evolução da população em países com
diferentes graus de desenvolvimento.
·
Explicar a evolução das taxas de natalidade e
mortalidade, e de outros indicadores demográficos, em países com diferentes
graus de desenvolvimento.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Hans Rosling em crescimento populacional mundial.
A população mundial vai crescer para 9 bilhões nos próximos 50 anos - e somente elevando o padrão de vida dos mais pobres nós poderemos verificar o crescimento populacional. Esta é a resposta paradoxal que Hans Rosling revela no TED@Cannes usando tecnologia colorida para mostrar os novos dados.
Pirâmides demográficas: forma poderosa de prever o futuro — Kim Preshoff
As estatísticas sobre a população são como bolas de cristal: quando cuidadosamente examinadas podem ajudar a prever o futuro de um país (e fornecer pistas importantes sobre o seu passado). Kim Preshoff explica como, através do gráfico da pirâmide demográfica, os decisores políticos e os cientistas sociais interpretam as estatísticas, e usa as pirâmides de três países como exemplos.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Matriz do 6º teste de avaliação
O relevo
1. Compreender
diferentes formas de relevo através da análise de mapas topográficos
·
Interpretar mapas topográficos, identificando os
principais elementos que os constituem.
·
Interpretar mapas hipsométricos, descrevendo as
diferentes formas de relevo.
·
Relacionar os perfis topográficos com as formas
de relevo.
2. Conhecer e
compreender as principais formas de relevo em Portugal
·
Localizar as principais formas de relevo em
Portugal.
·
Explicar as características do relevo de
Portugal.
·
Exemplificar formas de relevo regionais
resultantes da ação dos agentes erosivos.
A dinâmica de uma bacia
hidrográfica
1. Compreender
conceitos relacionados com a dinâmica de uma bacia hidrográfica
·
Distinguir rede hidrográfica de bacia
hidrográfica.
·
Distinguir caudal de regime fluvial.
·
Caraterizar os diferentes regimes fluviais
(perenes, intermitentes e efémeros).
·
Explicar os fatores responsáveis pelos
diferentes caudais e regimes fluviais.
·
Distinguir leito normal de leito de
inundação/leito maior e de leito de estiagem/leito menor.
2. Compreender a
dinâmica de uma bacia hidrográfica
·
Caraterizar o perfil longitudinal e transversal
de um rio.
·
Identificar as diferentes secções de um rio.
·
Relacionar as caraterísticas das diferentes
secções de um rio com os processos de erosão/acumulação predominantes.
3. Compreender a
dinâmica das bacias hidrográficas em Portugal
·
Localizar as principais bacias hidrográficas em
Portugal (luso-espanholas e exclusivamente nacionais).
A dinâmica do litoral
1. Compreender a
evolução do litoral
·
Distinguir costa de arriba de costa de praia e
duna.
·
Explicar a ação do mar sobre uma arriba.
·
Definir plataforma de abrasão.
2. Compreender a
evolução da linha de costa em Portugal
·
Localizar as principais formas do litoral
português (estuários, lagunas, tômbolos, restingas e cabos).
·
Descrever os processos de formação das
principais formas do litoral português.
·
Identificar as principais causas para o recuo
atual da linha de costa em Portugal.
Fiorde na Noruega
Os fiordes são vales que foram "escavados" pelos glaciares e posteriormente invadidos pelo mar.
Aqui temos o fiorde "Lysefjordan", com uma escarpa ("Preacher’s Pulpit or Pulpit Rock ") com uma altitude de 604 metros acima do mar.
sábado, 7 de maio de 2016
Vértices geodésicos
Exemplo:
. vértice geodésico de 3ª ordem.
. altitude: 685 metros
. localização: Pedra Luz, concelho de Vila Flor (Trás os Montes).
quinta-feira, 21 de abril de 2016
5º Teste - Matriz
Associar
as nuvens a fenómenos de condensação em altitude.
Compreender a distribuição da precipitação à
superfície da Terra.
Referir
fatores que influenciam a variação da precipitação à escala planetária.
Definir
isóbara.
Distinguir
centros de altas pressões (Anticiclones) de centros de baixas pressões
(Depressões).
Explicar a circulação do
ar nos centros de altas e de baixas pressões.
Localizar
os principais centros de altas e baixas pressões em latitude e relacioná-los
com a variação da precipitação à escala planetária.
Compreender
a influência das massas de ar na variação da precipitação.
Distinguir
superfície frontal de frente.
Explicar
o processo de formação das chuvas frontais.
Explicar
o processo de formação das chuvas de relevo ou orográficas.
Explicar
o processo de formação das chuvas convectivas.
Compreender
a importância da representação gráfica da temperatura e precipitação na
caraterização dos tipos de clima
Definir
gráfico termopluviométrico.
Interpretar
os regimes térmico e pluviométrico a partir de um gráfico termopluviométrico
Compreender
as relações entre os tipos de clima e as diferentes formações vegetais nas
regiões quentes e temperadas.
Comparar
as características termopluviométricas dos diferentes tipos de climas quentes e temperados.
Localizar os diferentes tipos de clima quentes e temperados.
Localizar os diferentes tipos de clima quentes e temperados.
Caraterizar as formações
vegetais associadas a cada um dos climas quentes e temperados.
Obs: Para a turma A, apenas serão objeto de avaliação os conteúdos relativos aos climas quentes.
Obs: Para a turma A, apenas serão objeto de avaliação os conteúdos relativos aos climas quentes.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Dados climáticos mundiais
Com os dados de uma estação meteorológica à tua escolha, constrói um gráfico termopluviométrico, numa folha de papel milimétrico.
(não esquecer que:
- a escala da temperatura é à esquerda e a da precipitação é à direita;
- a escala da precipitação deve ser o dobro da escala da temperatura;
- a temperatura é marcada com uma linha;
- a precipitação com barras; )
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
2º teste do 2º período
Para realizares o teste de Geografia deverás ser capaz de:
Compreender o clima como o
resultado da influência dos diferentes elementos atmosféricos
1. Distinguir estado de tempo de
clima.
2. Definir diferentes elementos
de clima: temperatura, precipitação, humidade, nebulosidade, insolação, pressão
atmosférica e vento.
3. Identificar os instrumentos
utilizados para medir e registar os elementos de clima e as respetivas unidades
de quantificação.
Compreender a variação diurna da temperatura
1. Descrever a variação diurna
da temperatura em diferentes lugares da Terra, com base em gráficos.
2. Calcular a temperatura média
diurna e a amplitude térmica diurna.
3. Relacionar a variação diurna
da temperatura com o movimento de rotação da Terra.
4. Relacionar o ângulo de
incidência dos raios solares com a espessura da atmosfera a atravessar e com a
superfície de incidência.
Compreender a variação anual da temperatura
1. Descrever a variação anual da
temperatura em lugares do hemisfério norte e do hemisfério sul.
2. Inferir as noções de
temperatura média mensal e anual, e amplitude térmica mensal e anual.
3. Relacionar a variação anual
da temperatura com o movimento de translação da Terra, enfatizando os
solstícios de junho e dezembro e os equinócios de março e setembro.
Compreender a variação da temperatura com a latitude
1. Localizar os trópicos de
câncer e de capricórnio e os círculos polares ártico e antártico.
2. Relacionar os círculos
menores de referência com as zonas climáticas terrestres, identificando-as:
zona quente ou intertropical; zonas temperadas dos hemisférios norte e sul e
zonas frias dos hemisférios norte e sul.
3. Interpretar a distribuição
das temperaturas médias à superfície da Terra a partir da leitura de mapas de
isotérmicas.
4. Explicar os principais
fatores que influenciam a variação espacial da temperatura.
Compreender a variação da temperatura em função da proximidade ou
afastamento do oceano
1. Explicar a função reguladora
do oceano sobre as temperaturas.
2. Relacionar a variação da
temperatura junto à costa com as correntes marítimas.
Compreender a variação da temperatura em função do relevo
1. Explicar a influência da
altitude na variação da temperatura.
2. Definir gradiente térmico
vertical.
3. Explicar a influência da
exposição geográfica das vertentes na variação da temperatura (vertentes
umbrias/sombrias de soalheira).
sábado, 20 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Sol da meia noite
Segue-se uma simulação, com imagens de satélite, sobre o movimento do Sol no dia 21 de junho no Hemisfério Norte (solstício de Verão) que corresponde ao dia mais longo do ano.
Observa-se que as regiões a Norte do Círculo Polar Ártico estão sempre iluminadas, qualquer que seja a hora do dia... ou da noite...
às 15 horas TMG:
Observa-se que as regiões a Norte do Círculo Polar Ártico estão sempre iluminadas, qualquer que seja a hora do dia... ou da noite...
às 15 horas TMG:
às 17 horas TMG:
às 19 horas TMG:
às 21 horas TMG:
às 24 horas TMG:
às 02 horas TMG:
às 04 horas TMG:
às 06 horas TMG:
às 08 horas TMG:
às 10 horas TMG:
às 12 horas TMG:
Exemplo do aspeto do Sol ao longo de 24 horas em locais a Norte do Círculo Polar Ártico
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