terça-feira, 20 de setembro de 2016
Hans Rosling em crescimento populacional mundial.
A população mundial vai crescer para 9 bilhões nos próximos 50 anos - e somente elevando o padrão de vida dos mais pobres nós poderemos verificar o crescimento populacional. Esta é a resposta paradoxal que Hans Rosling revela no TED@Cannes usando tecnologia colorida para mostrar os novos dados.
Pirâmides demográficas: forma poderosa de prever o futuro — Kim Preshoff
As estatísticas sobre a população são como bolas de cristal: quando cuidadosamente examinadas podem ajudar a prever o futuro de um país (e fornecer pistas importantes sobre o seu passado). Kim Preshoff explica como, através do gráfico da pirâmide demográfica, os decisores políticos e os cientistas sociais interpretam as estatísticas, e usa as pirâmides de três países como exemplos.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Matriz do 6º teste de avaliação
O relevo
1. Compreender
diferentes formas de relevo através da análise de mapas topográficos
·
Interpretar mapas topográficos, identificando os
principais elementos que os constituem.
·
Interpretar mapas hipsométricos, descrevendo as
diferentes formas de relevo.
·
Relacionar os perfis topográficos com as formas
de relevo.
2. Conhecer e
compreender as principais formas de relevo em Portugal
·
Localizar as principais formas de relevo em
Portugal.
·
Explicar as características do relevo de
Portugal.
·
Exemplificar formas de relevo regionais
resultantes da ação dos agentes erosivos.
A dinâmica de uma bacia
hidrográfica
1. Compreender
conceitos relacionados com a dinâmica de uma bacia hidrográfica
·
Distinguir rede hidrográfica de bacia
hidrográfica.
·
Distinguir caudal de regime fluvial.
·
Caraterizar os diferentes regimes fluviais
(perenes, intermitentes e efémeros).
·
Explicar os fatores responsáveis pelos
diferentes caudais e regimes fluviais.
·
Distinguir leito normal de leito de
inundação/leito maior e de leito de estiagem/leito menor.
2. Compreender a
dinâmica de uma bacia hidrográfica
·
Caraterizar o perfil longitudinal e transversal
de um rio.
·
Identificar as diferentes secções de um rio.
·
Relacionar as caraterísticas das diferentes
secções de um rio com os processos de erosão/acumulação predominantes.
3. Compreender a
dinâmica das bacias hidrográficas em Portugal
·
Localizar as principais bacias hidrográficas em
Portugal (luso-espanholas e exclusivamente nacionais).
A dinâmica do litoral
1. Compreender a
evolução do litoral
·
Distinguir costa de arriba de costa de praia e
duna.
·
Explicar a ação do mar sobre uma arriba.
·
Definir plataforma de abrasão.
2. Compreender a
evolução da linha de costa em Portugal
·
Localizar as principais formas do litoral
português (estuários, lagunas, tômbolos, restingas e cabos).
·
Descrever os processos de formação das
principais formas do litoral português.
·
Identificar as principais causas para o recuo
atual da linha de costa em Portugal.
Fiorde na Noruega
Os fiordes são vales que foram "escavados" pelos glaciares e posteriormente invadidos pelo mar.
Aqui temos o fiorde "Lysefjordan", com uma escarpa ("Preacher’s Pulpit or Pulpit Rock ") com uma altitude de 604 metros acima do mar.
sábado, 7 de maio de 2016
Vértices geodésicos
Exemplo:
. vértice geodésico de 3ª ordem.
. altitude: 685 metros
. localização: Pedra Luz, concelho de Vila Flor (Trás os Montes).
quinta-feira, 21 de abril de 2016
5º Teste - Matriz
Associar
as nuvens a fenómenos de condensação em altitude.
Compreender a distribuição da precipitação à
superfície da Terra.
Referir
fatores que influenciam a variação da precipitação à escala planetária.
Definir
isóbara.
Distinguir
centros de altas pressões (Anticiclones) de centros de baixas pressões
(Depressões).
Explicar a circulação do
ar nos centros de altas e de baixas pressões.
Localizar
os principais centros de altas e baixas pressões em latitude e relacioná-los
com a variação da precipitação à escala planetária.
Compreender
a influência das massas de ar na variação da precipitação.
Distinguir
superfície frontal de frente.
Explicar
o processo de formação das chuvas frontais.
Explicar
o processo de formação das chuvas de relevo ou orográficas.
Explicar
o processo de formação das chuvas convectivas.
Compreender
a importância da representação gráfica da temperatura e precipitação na
caraterização dos tipos de clima
Definir
gráfico termopluviométrico.
Interpretar
os regimes térmico e pluviométrico a partir de um gráfico termopluviométrico
Compreender
as relações entre os tipos de clima e as diferentes formações vegetais nas
regiões quentes e temperadas.
Comparar
as características termopluviométricas dos diferentes tipos de climas quentes e temperados.
Localizar os diferentes tipos de clima quentes e temperados.
Localizar os diferentes tipos de clima quentes e temperados.
Caraterizar as formações
vegetais associadas a cada um dos climas quentes e temperados.
Obs: Para a turma A, apenas serão objeto de avaliação os conteúdos relativos aos climas quentes.
Obs: Para a turma A, apenas serão objeto de avaliação os conteúdos relativos aos climas quentes.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Dados climáticos mundiais
Com os dados de uma estação meteorológica à tua escolha, constrói um gráfico termopluviométrico, numa folha de papel milimétrico.
(não esquecer que:
- a escala da temperatura é à esquerda e a da precipitação é à direita;
- a escala da precipitação deve ser o dobro da escala da temperatura;
- a temperatura é marcada com uma linha;
- a precipitação com barras; )
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
2º teste do 2º período
Para realizares o teste de Geografia deverás ser capaz de:
Compreender o clima como o
resultado da influência dos diferentes elementos atmosféricos
1. Distinguir estado de tempo de
clima.
2. Definir diferentes elementos
de clima: temperatura, precipitação, humidade, nebulosidade, insolação, pressão
atmosférica e vento.
3. Identificar os instrumentos
utilizados para medir e registar os elementos de clima e as respetivas unidades
de quantificação.
Compreender a variação diurna da temperatura
1. Descrever a variação diurna
da temperatura em diferentes lugares da Terra, com base em gráficos.
2. Calcular a temperatura média
diurna e a amplitude térmica diurna.
3. Relacionar a variação diurna
da temperatura com o movimento de rotação da Terra.
4. Relacionar o ângulo de
incidência dos raios solares com a espessura da atmosfera a atravessar e com a
superfície de incidência.
Compreender a variação anual da temperatura
1. Descrever a variação anual da
temperatura em lugares do hemisfério norte e do hemisfério sul.
2. Inferir as noções de
temperatura média mensal e anual, e amplitude térmica mensal e anual.
3. Relacionar a variação anual
da temperatura com o movimento de translação da Terra, enfatizando os
solstícios de junho e dezembro e os equinócios de março e setembro.
Compreender a variação da temperatura com a latitude
1. Localizar os trópicos de
câncer e de capricórnio e os círculos polares ártico e antártico.
2. Relacionar os círculos
menores de referência com as zonas climáticas terrestres, identificando-as:
zona quente ou intertropical; zonas temperadas dos hemisférios norte e sul e
zonas frias dos hemisférios norte e sul.
3. Interpretar a distribuição
das temperaturas médias à superfície da Terra a partir da leitura de mapas de
isotérmicas.
4. Explicar os principais
fatores que influenciam a variação espacial da temperatura.
Compreender a variação da temperatura em função da proximidade ou
afastamento do oceano
1. Explicar a função reguladora
do oceano sobre as temperaturas.
2. Relacionar a variação da
temperatura junto à costa com as correntes marítimas.
Compreender a variação da temperatura em função do relevo
1. Explicar a influência da
altitude na variação da temperatura.
2. Definir gradiente térmico
vertical.
3. Explicar a influência da
exposição geográfica das vertentes na variação da temperatura (vertentes
umbrias/sombrias de soalheira).
sábado, 20 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Sol da meia noite
Segue-se uma simulação, com imagens de satélite, sobre o movimento do Sol no dia 21 de junho no Hemisfério Norte (solstício de Verão) que corresponde ao dia mais longo do ano.
Observa-se que as regiões a Norte do Círculo Polar Ártico estão sempre iluminadas, qualquer que seja a hora do dia... ou da noite...
às 15 horas TMG:
Observa-se que as regiões a Norte do Círculo Polar Ártico estão sempre iluminadas, qualquer que seja a hora do dia... ou da noite...
às 15 horas TMG:
às 17 horas TMG:
às 19 horas TMG:
às 21 horas TMG:
às 24 horas TMG:
às 02 horas TMG:
às 04 horas TMG:
às 06 horas TMG:
às 08 horas TMG:
às 10 horas TMG:
às 12 horas TMG:
Exemplo do aspeto do Sol ao longo de 24 horas em locais a Norte do Círculo Polar Ártico
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
1º teste do 2º período
Para realizares o teste de Geografia deverás ser capaz de:
- Calcular a distância real a partir da distância no mapa.
- Basear-se nos rumos da rosa-dos-ventos (pontos cardeais, colaterais e intermédios) para a localização relativa dos lugares.
- Determinar a latitude e a longitude de um lugar, num mapa ou globo com rede cartográfica/geográfica.
- Identificar os limites dos continentes.
- Localizar países e cidades nos continentes.
- Localizar as principais formas de relevo e os grandes rios.
- Mencionar informações relevantes de âmbito demográfico, cultural, económico (…).
Conhecer e compreender a inserção de Portugal na Europa e na União Europeia
- Localizar os países europeus e, em particular, os que integram a União Europeia.
- Mencionar os principais objetivos da União Europeia.
- Referir os sucessivos alargamentos da União Europeia.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Quizz da Semana da Geografia
NAS PORTAS DAS SALAS DE AULA ESTÃO AS 40 PERGUNTAS QUE AQUI SE PUBLICAM.
PARA PARTICIPARES, LEVANTA NA BIBLIOTECA O FORMULÁRIO DE RESPOSTA E ENTREGA-O, PREENCHIDO, NA BE OU AO PROFESSOR DE GEOGRAFIA.
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